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Tudo começou, após o VII Congresso Ordinário do Partido, em Cacheu, em janeiro/fevereiro de 2014. Os candidatos vencidos prontificaram-se, num gesto fair play e militante, a reconhecer a respetiva derrota e felicitar o presidente eleito. Mais do que um gesto de política intrapartidária, foi um ato de elevada consciência patriótica que consistia em favorecer o quadro de normalização da vida político-institucional da Guiné-Bissau, com o retorno a ordem constitucional e democrática, após o golpe de Estado de 12 de abril de 2012. 

Foi igualmente uma oportunidade aberta ao PAIGC para regularizar e legitimar os seus órgãos que se encontravam em caducidade desde 2012, altura em que se devia realizar o VII Congresso ordinário. Na verdade, nada deixava pressagiar, uma sequência imediata de violação dos estatutos do partido e o prelúdio de novas crises políticas internas.

Face aos enormes riscos que pairavam sobre a gestão do partido, a deriva autocrática da sua liderança, um grupo de 14 membros do Bureau Político, subscreveram no dia 24 de agosto de 2015, um documento intitulado “Declaração de voto: os fundamentos da falta de consenso na Direção do PAIGC”.

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